Vamos juntos em defesa da família

domingo, 5 de novembro de 2017

O desafio dos pais nos dias atuais

Em tempos onde a modernização dos processos é constante e o compartilhamento de informação discorre de forma acelerada, ser pai e mãe não é nada fácil.
Existe uma grande responsabilidade sobre os ombros de quem resolve compor uma família, dentre elas, a de ser pai e mãe
. A chegada de um filho ou filha, vira um divisor de águas no relacionamento, tudo passa ater uma grande contribuição na formação do caráter e personalidade daquele novo membro da família, coisas simples como ir ao mercado, passa a ser um verdadeiro desafio, pois antes sua preocupação era apenas em satisfazer seus desejos, agora, existe uma necessidade em elaborar uma dieta rica em nutrientes saudáveis, porém esse não é o meu objetivo nesse artigo, quero falar sobre os desafios invisíveis que nós pais iremos enfrentar.
A sociedade atual vive um momento difícil, a um grande interesse de um determinado grupo em interferir no seio familiar, isso acaba gerando conflitos ideológicos, onde poderá criar consequências permanentes no futuro.
Particularmente defendo a liberdade da discussão ideológica na sociedade, porém entendo que cada família tem o único e exclusivo direito de estabelecer seus conceitos, princípios e valores, aquilo em que querem e desejam acreditar e valorizar. Claro que o meio o qual estão inseridos ira contribuir ao longo do tempo e até mesmo influenciar alguns aspectos, porém é fundamental garantir ao pai e a mãe, sem intervenção do estado, seus direitos como formadores dos filhos, só assim teremos uma sociedade livre e saudável mentalmente, sem alienação politico partidária.
O maior desafio hoje é combater a doutrinação nas escolas, espaço que vejo como um ambiente de fomentar o conhecimento intelectual, escola ensina, pais educam.
Cabe aos pais educarem seus filhos, mostrar oque é certo ou errado, valores familiares, religiosos, suas crenças, sem que terceiros interfiram nesse processo, afinal o professor em sala de aula não tem liberdade de expressar suas convicções, tudo oque o mesmo deve discorrer está previsto no conteúdo pedagógico elaborado pelo Ministério da educação, o que passar disso é totalmente ilegal. Sabemos que atualmente existe uma corrente muito forte querendo deliberadamente ensinar ideologia de gênero e outras pautas que estão fora da grade pedagógica do MEC, cabe a cada pai acompanhar o dia a dia escolar de seus filhos e fiscalizar quais conteúdos estão sendo trabalhados nas salas de aula.
Destaco aqui o meu respeito e reconhecimento do professor na formação do cidadão, desde que o mesmo cumpra seu papel como professor, não exercendo em sala de aula militância partidária, seja ela qual for.

sábado, 4 de junho de 2016

Cultura do estupro ou oportunismo midiático?

Pensei, analisei vários artigos e refleti muito antes de escrever sobre esse tema, então, segue minha opinião sobre a tão discutida cultura do estupro.
Antes de escrever sobre esse assunto, vamos recapitular o porquê da discussão está tão em evidencia.
Nas ultimas semanas os telejornais noticiaram vários casos de abusos sexuais em universidades, onde alunas foram filmadas no banheiro e assediadas em estacionamentos, mas um caso em especifico tomou uma proporção maior dada a repercussão nas redes sociais e a forma que ocorreu, uma jovem de 16 anos, alegou ter sido abusada por 33 homens em uma comunidade no Rio de Janeiro, por meio do twitter um dos envolvidos compartilhou imagens do ato e no wathsap um vídeo viralizou, o fato repercutiu em todos os jornais do Brasil e levantou uma discussão sobre a violência contra a mulher, dai surge um tema que está sendo muito discutido, a cultura do estupro, políticos, artistas, todos opinaram sobre o assunto, mesmo sem dominar o tema.
Antes de discorre sobre o tema é necessário definir alguns conceitos,  segundo o antropólogo Edward B. Tylor, cultura é todo aquele complexo que inclui os conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade. Assim, podemos definir então que cultura é um conjunto de ideias, comportamentos e praticas da sociedade, adquiridos de geração em geração por meio da convivência social. De acordo com o código penal Brasileiro, estupro é Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso. Então, após se ter a definição de cultura e estupro, podemos então analisar o termo cultura do estupro e construir  uma opinião.
Algumas pesquisa apontam que no Brasil a cada 11 minutos, uma mulher sofre abuso sexual, apenas 35% desses casos são denunciados. Diante dessa realidade, querendo ou não, ainda existe muita desinformação na sociedade quanto as formas de denuncias e o respaldo legal que as vitimas tem, falta informação e orientação junto a população.
Porém o que me causa desconforto é ver que debates sobre estupro são sazonais e oportunos, somente quando um caso vem à tona  é que surge movimentos em defesa da mulher, voraz como um leão para aparecer na mídia e oportunistas como abutres estraçalhando uma carcaça de uma animal abandonado, o que questiono é: Por que somente nessas horas é que tais movimentos resolvem aparecer? Por que esse tema não é discutido contidamente na sociedade em busca de soluções? Existe cultura do estupro ou oportunismo midiático?
Bem, o que me leva a ser critico em relação a esse tema é que se existe cultura do estupro no Brasil, só se configura quando o ato já foi consumado, ai algumas figuras resolvem aparecer para “defender’’ a mulher e gritar aos quatros cantos que vivemos uma cultura do estupro”, eu repudio qualquer forma de violência contra a mulher, abuso sexual, para mim é um absurdo monstruoso, quando uma mulher sofrer esse tipo de violência, sequelas físicas e psicológicas perduram sobre ela, às vezes nunca são superadas. Precisamos proteger a mulher desde sua concepção, pois se trata de uma das mais belas criação de Deus, delicada e com essência no amor e proteção à família. O que não podemos é banalizar
um assunto tão importante e usa-lo somente para se promover.
Quando se afirma que existe uma cultura, estamos afirmando que todo um povo ou sua grande maioria pensa e age assim, o que não é a realidade aqui no Brasil quanto ao estupro, o que falta são informações a sociedade e punição significativa aos que cometem esse tipo de crime. Por mais que uma sociedade seja conservadora e preze por padrões de moralidade sexuais consideradas fora de moda, ninguém aceita um estupro como natural ou que ocorreu porque a vitima facilitou, uma coisa é você comenta que tal fato poderia ter sido evitado se alguns comportamentos fossem diferentes, outra coisa, é dizer que a vitima mereceu sofre uma brutalidade como o estupro por comporta-se de tal maneira. Vejo que uma minoria na sociedade pensa assim mas grande parte da mídia e formadores de opinião usam essa minoria para se promover em cima do assunto, tornando uma ideologia totalitária de cultura do estupro.

O que precisamos não é bombardear a sociedade com noticias sazonais sobre a cultura do estupro, mas sim, torna isso um debate em todos os âmbitos da sociedade e instancias de poder, buscando medidas que acabem com essa pratica, proporcionando punições exemplares para extinguir por completo essa violência contra a mulher, além de medidas preventivas e educacionais, nas escolas, na comunidade, com o intuito de conscientizar a população e orientar  a não praticar tal violência. Em fim, chega de oportunismo, vamos agir continuamente em busca de nossos direitos em defesa da nossa família, chega de hipocrisia e oportunismo, o que precisamos é de medidas reais e concreta.

terça-feira, 24 de maio de 2016

É necessário mudar!

Às vezes ficamos engessados em alguns paradigmas que mesmo não dando certo, preferimos manter, limitando nosso campo de visão e até mesmo, na maioria das vezes a nossa vida.
Mudar exige coragem, atitude, mas a cima de tudo, responsabilidade! Avaliar os riscos e a melhor opção para tal mudança é o mínimo que podemos fazer, mesmo que a escolha não atinja o resultado esperado, vale a pena quebrar o paradigma e tentar fazer diferente algo que não esta dando certo.
O conformismo nos leva a viver na superfície, cria medos e nos deixa atrofiados intelectualmente, nem sempre mudar é a opção mais fácil, porém  em algumas situações é necessário. Mudar a forma de pensar, atitudes, postura, profissão, tudo isso faz parte do processo de maturidade de um cidadão, da sociedade.
O inteligente aprende com seus próprios erros, mas o sábio aprende com o erro dos outros. Analisando a situação politica e econômica Brasileira, encontramos vários erros cometidos, temos a oportunidade de aprender com erros anteriores, nossos ou de outros, e concertar, ou pelo menos, não cometer mais.

Nossas decisões implicam diretamente na nossa forma de viver, escolhas coerentes e sábias, contribuirão  para o bem estar social e da nossa família.

sábado, 21 de maio de 2016

A comunicação na família

Mais que necessária, em qualquer ambiente que estivermos inseridos a comunicação é fundamental para subsistência dos indivíduos. No âmbito familiar, não poderia ser diferente. Uma palavra mal compreendida,  pode gerar situações muito desagradáveis, por isso a máxima frase popular: Comunicação eficaz é quando o que dissermos foi compreendido.
Hoje, o principal mal na família não é uma má comunicação, mas sim, a falta dela. Em um mundo onde a tecnologia dita o ritmo das ações da população e uma geração de crianças e jovens que vivem totalmente ligados e conectados, reservar um tempo para sentar-se e conversar, passou-se a ser uma raridade entre os familiares.
Muitas vezes o pai e a mãe tentam uma aproximação, mas são barrados pela “burocracia” dos jovens, que ditam novos modelos de comunicar-se, extinguindo os padrões comuns praticados há séculos pela sociedade, isso só tem aumentado a distancia dos relacionamentos entre pais e filhos, e outras coisas têm suprido essas lacunas criadas, trazendo na maioria das vezes problemas graves (Drogas, prostituição, pedofilia, violência), na família.
Confia detalhes de  sua vida a uma amizade virtual passou a ser comum, os pais não passam de meros expectadores e provedores de suas vidas, isso tem me incomodado muito, ver famílias que não tem um relacionamento interpessoal próximo e fidedigno, e o pior, ver famílias destruídas por falta de dialogo, algo tão simples e necessário no nosso cotidiano, é muito triste e preocupante essa realidade, então a pergunta de ouro: O que fazer diante disso?

Acredito que devemos quebrar paradigmas e além de se adaptar ao mundo atual, prezar pelos valores antigos da família, respeito associado a uma boa conversa olhando nos olhos, expressando todo amor e carinho e demonstrando confiabilidade, sempre será importante no contexto familiar, dedicar tempo para ouvir é investir na confiança, claro que utilizar as redes sociais para comunicar-se faz parte do cotidiano também, porém temos que ter o contato físico e emocional com nossos filhos e entes queridos, ouvir, ver, sentir e confidencialidade, nunca devem faltar em nosso lar.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Odeio politica!

Hoje é comum ver nas pessoas a repudia quando o assunto é politica, no Brasil em especial, onde a corrupção é a marca registrada dos políticos, somos obrigados a participar do processo eleitoral, isso me leva a refletir o quanto estamos longe de uma consciência social e politica na população para discutir esse tema.
Se não gostamos mas precisamos, afinal, quem cria as leis e programas de como governar o povo são os políticos. E quem elege os políticos? Somos nós!
Se cada cidadão, mesmo não gostando do assunto mas por entender a necessidade, se conscientizar sobre a importância que se tem em discutir e participar das tomadas de decisões no âmbito da política, teremos sim um pais mais próximo do que consideramos justo e viável para se viver bem. O fato de se omitir ao processo eleitoral não nos absorve de culpa, tendo em vista que tal atitude pode na verdade contribuir de forma indireta na decisão do pleito.
Portanto, minha critica aos omissos (nulos e indecisos), por mais que o assunto lhes seja desconfortável e chato, temos a obrigação como cidadão de participar e o dever moral de escolher conscientemente; a ideologia totalitarista que denigre a imagem de qualquer um que se envolva em politica, já não é mais justificada para se omitir, existem exemplos, mesmo poucos, que provam o contrario (Dep. Tiririca do PR-SP, que teve seu nome relatado na operação lava jato de forma positiva ao se negar a participar de um esquema de compra de voto em uma CPI), portanto se a população exercita o pensamento critico e consciente, podemos sim promover a mudança, elegendo políticos idôneos que realmente queiram contribuir para a sociedade.
Aos casos corruptos, cabe a nós resolver, sempre teremos a oportunidade de mostrar quem realmente manda, a cada eleição teremos a chance de mudar, não barganhar o voto mas sim expressar a importância de exercer a cidadania escolhendo vereadores, deputados, prefeitos e governadores que realmente vivam a politica como ela deve ser, do povo, com o povo e para o povo.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O perigo nas redes sociais que podemos evitar!

Século 21, marcado pela inovação tecnológica, agilidade e facilidade na troca de informações, a cada dia surgem novos smartphone, notebook, tablete que modernizam  as tecnologias, que passaram a fazer parte do nosso cotidiano, antes uma opção mas agora quase uma obrigação, tendo em vista a necessidade que temos de interagir com o meio que vivemos.
Com a revolução na forma de interagir, ágil e fácil, veio também a exposição desenfreada! A invasão de privacidade tornou-se uma realidade em nossas casas, não estamos mais seguros ao trancar a porta, um estranho pode estar convivendo dentro da sua casa sem que você saiba! Não é exagero, pois por meio da internet com as redes sociais (Facebook, Wathsap, twitter, instagran), qualquer um pode utilizar os conhecidos fakes (Perfil falso em rede social), para invadir a intimidade do seu lar, ao dar um smartphone e colocar um roteador disponibilizando wifi por toda casa, estamos dando espaço para esse risco, infelizmente nós estamos ajudando esses indivíduos.
Inúmeros casos de pedofilia, sequestros e homicídios tem sido divulgado nos jornais, a grande maioria tem origem na internet, onde o individuo monitora sua vitima e no momento oportuno ataca. Cabe a nós como pais e responsável por nossa família, proteger e defender nossos entes queridos.
Quero compartilhar três passos de prevenção que adotei e que recomendo aos amigos. Primeiro, devemos ter a confiança dos nossos filhos, somos o porto seguro e referencia deles em qualquer situação, com dialogo podemos entender e ajudar, assim já evitamos a maioria dos problemas. Segundo, como pais, devemos ter total acesso aos nossos filhos (rotina, amizades, senhas, preferencias), saber as senhas dos perfis nas redes sociais e poder acessa-los a qualquer momento e em qualquer lugar é o mínimo que podemos fazer (compre um tablete só para essa finalidade, instale os aplicativos e faça o login com email e senha do seu filho). Terceiro, coloque limite nos horários na utilização da internet em sua residência, determine um horário para desligar o roteador (Que deve estar em um local de acesso exclusivo seu, pai e mãe).
Parecem medidas radicais, porém não as vejo assim, entendo como medidas preventivas, dadas as vulnerabilidades dos nossos filhos e a facilidade que a tecnologia trouxe no século 21. É claro que nossos filhos não irão entender, mas se faz necessário adotar medidas que previnam possíveis situações indesejáveis.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Em defesa da família

Começo nesse blog expondo meu ponto de vista e opinião sobre casamento e divorcio.
Família, o maior patrimônio que existe! Uma instituição criada por Deus, totalmente viável, próspera, forte, salutar, edificante, promissora e fundamental para a base da sociedade. Acredite, esse conceito não é uma utopia deste que vos escreve, mas sim o que acredito e convivo no meio familiar.
O problema é que ao passar dos anos, alguns formadores de opinião (acredito que frustados com o estilo de vida que escolheram), induziram milhares de pessoas a acreditar que a família não era mais viável e necessitava de novos arranjos para dar certo, ou seja, decidiram que algo criado por Deus não deu certo e o homem precisava intervir para resolver o "problema". Ao invés de gerenciar os conflitos interpessoais e prezar pela fidelidade no relacionamento, optou-se por uma postura irresponsável, onde predomina o egoismo e escolhas fúteis baseadas no momento.
Segundo um estudo divulgado pelo IBGE, entre os anos de 2004 a 2014, o índice de divórcio aumentou 160% e a expectativa de duração média nos casamentos ficou em 7 (sete) anos.
É mais fácil se divorcia do que lutar para manter o casamento? Convenhamos que, com  a atual ideologia por conveniência implantada no contexto de família e as facilidades criadas pela legislação civil brasileira, a resposta é SIM, porém creio que a pergunta correta não é essa, mas sim, se é mais fácil viver bem após um divorcio? Acredito que NÃO, antes de justificar meu raciocínio, tenho que ser coerente, reconheço que existem alguns casos em que a convivência a dois se torna inviável pois excedeu todos os limites do convívio social estável e seguro, onde o respeito não existe mais e passa a ser um risco iminente na integridade física dos cônjuges, porém são casos específicos e uma minoria; retomando o raciocínio, o divorcio não é o caminho mais fácil nem o mais viável, fica claro que esse aumento significante nos divórcios, tem como agente causador e principal motivo a banalização do que é casamento e consequentemente na importância da instituição familiar, onde a prioridade passa a ser o individualismo, ser "feliz", custe o que custar, doa a quem doer, contudo nem sempre essa é a realidade do que acontece, em trocar um relacionamento estável por aventuras e novas experiencias, você assumi uma postura de incertezas e risco de perdas irreparáveis, porém isso tem se tornado uma pratica "normal", mesmo que depois o arrependimento seja quase certo.
Essa filosofia de vida (Se é que podemos dizer que é uma filosofia de vida), na verdade faz parte de uma tentativa de destruir e denigrir algo que Deus criou, simplesmente por uma questão ideológica, implantada ao longo do tempo, que de forma sutil vem valorizando a ideia que não vale a pena lutar pela sua família mas sim, largar tudo, embora que logo depois o ônus venha com jurus e correção monetária (desgaste psicológico, emocional, disputas judiciais, conflitos entre as famílias dos cônjuges, despesas com advogados e contador, injurias diversas e ao final sentimentos destruídos), essa é a herança de uma decisão precipitada e movida por emoções de momento.
Por tudo isso e pela essência do que é realmente a família, vale a pena lutar pelo seu casamento! Por sua família! Antes de decidir optar por um divorcio,analise e reflita com calma. Converse, dê tempo ao tempo e pense em todas as possibilidades, imagine como será após o divorcio com todos os incômodos listados no paragrafo anterior e veja se realmente vale a pena largar tudo pelo incerto ou lutar por algo que você conquistou em outra hora.
Vamos juntos em defesa da família.